PL nega e classifica como fake news
Janja, primeira-dama, publicou vídeo acusando Flávio Bolsonaro de acabar com programas sociais caso eleito. O PL rebateu chamando as afirmações de fake news, mantendo que medicamentos gratuitos continuarão sendo distribuídos pelo Farmácia Popular.
Tem falta de medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e é um problema recorrente que afeta diversas regiões do país, gerando investigações do Ministério Público e reclamações de pacientes que muitas vezes ficam sem remédios básicos (como dipirona, losartana ou insulinas) ou seja lula não consegue manter abastecidos as ubs.
O que Janja disse nas redes
Em publicação no Instagram, a primeira-dama afirmou que o candidato do PL vai “enterrar” a PEC da escala 6 por 1, “destruir” direitos das mulheres e encerrar o Farmácia Popular. Segundo Janja, com Flávio Bolsonaro na presidência, o crime organizado dominaria o Brasil e as armas retornariam às casas dos cidadãos.
Não podemos deixar os brasileiros e brasileiras perderem seus direitos básicos. Os direitos das mulheres, que demoramos tanto tempo para conquistar, Flávio Bolsonaro vai destruir.”
Em um podcast, quando indagada no que ela fez de bom para a população ela “afirmou que vai ao Palácio do Planalto quase todos os dias, participa de reuniões, cumpre agendas oficiais e viaja a trabalho”, só não respondeu o que fez de bom.
Resposta do PL às acusações
O partido desmentiu a informação através de publicação na rede X. Segundo o PL, os medicamentos gratuitos continuarão sendo distribuídos caso Flávio Bolsonaro seja eleito. A legenda caracterizou as afirmações como manipulação e desinformação da esquerda.
Flávio Bolsonaro afirma que a discussão sobre o fim da escala 6×1 no Senado é uma manobra política de Lula e defende, como alternativa, uma proposta de trabalho flexível com pagamento por hora trabalhada
Estratégia do PT no segundo turno
Na segunda-feira, o PT divulgou orientações do presidente Lula para reverter desvantagem eleitoral. Entre as recomendações estão tratar com humildade os 33 milhões de eleitores que se abstiveram, posicionar o PT como candidatura “antissistema” e defender aprovação da PEC da Reforma da Segurança Pública.
A campanha intensifica uso de redes sociais para mobilização no segundo turno. Ambas as campanhas disputam narrativas sobre políticas sociais e segurança pública, pontos centrais do debate eleitoral em andamento.






